OS SUPLEMENTOS ALIMENTARES
Os consumidores portugueses estão a ter divulgação constante e sistemática, nos órgãos de comunicação social e nos meios informativos de telecomunicações, de produtos que são designados de suplementos alimentares mas que, na sua essência e visibilidade, se destinam a actuar em áreas de risco induzido para a saúde pública: são anúncios dirigidos directamente ao consumidor referindo-se a produtos para a descalcificação óssea, a potenciação sexual, o rejuvenescimento, a memória, entre outras áreas, que não especificam qualquer certificação dos componentes usados, nem do doseamento, por parte de Entidade Reguladora que suporte os efeitos apregoados ou alerte para eventuais perigos na cadeia alimentar e que não estão tipificados na legislação em vigor.
Trata-se de uma matéria de extrema importância, e nós UGC vamos alertar e desenvolver, junto da entidade reguladora da saúde, todas as diligências para que haja uma regulamentação destes produtos pois constitui um perigo para a saúde que um produto visado como suplemento alimentar, chegue ao consumidor final sem ter sido avaliado no seu risco para a cadeia alimentar por uma entidade certificadora.É essencial que cada consumidor, para preservar a sua saúde, saiba que quando utiliza um suplemento alimentar, ele corresponde aos benefícios divulgados e ao conteúdo científico rotulado, pois, de outro modo, o produto em causa é inoperante ou até prejudicial.Há que acautelar a saúde de cada um. O consumo tem de ter qualidade e rigor.
Foto: Divulgação / Internet



















